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Comunicados!

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Conex√£o Clandestina ou Internet Pirata? Tome cuidado!

 

"Não compre gato por lebre!"

 

Explicando o que seria uma conexão LEGAL e uma ILEGAL:

 

Conexão legal (na maioria das vezes, mensalidades com custo razoável; vale pelo custo / benefício):

  • O provedor de Internet tem um contrato firmado com uma operadora de telecomunicações de um link de Internet DEDICADO, criado exclusivamente para este fim, para promover o acesso à Internet. (Ex. Embratel, Telefônica, Algar Telecom, Intelig).
  • O Provedor de Internet tem licença SCM da ANATEL para a realização da transmissão e distribuição do sinal de Internet, independente do meio utilizado.
  • O Provedor de Internet é uma empresa, constituída como (CNAE 6190-6/01) PROVEDORES DE ACESSO ÀS REDES DE COMUNICAÇÕES.
  • O provedor de Internet é obrigado pela ANATEL a contar em sua equipe técnica com um engenheiro/técnico de telecomunicações ou engenheiro eletricista, e possui profissionais experientes no ramo de redes, TCP/IP, acesso à Internet, e ser cadastrado perante ao CREA de seu estado.
  • O provedor de Internet possui um site próprio, registrado e com domínio, oferecendo muitas vezes, além de acesso, e-mails, espaço virtual e etc. Exemplos: www.nomedoprovedor.com.br, fulano@nomedoprovedor.com.br.

 

Conexão ilegal (na maioria das vezes, mensalidades de custo baixo; não vale o custo / benefício):

  • O indivíduo, ou empresa, não tem contrato firmado com qualquer operadora de link DEDICADO. Na maioria das vezes, usam link ADSL (Ex. Velox, Speedy, NetSuper), Internet via Cabo ou Rádio, que não foram criados para este fim e fazem a distribuição sem o consentimento da operadora, conhecido como GATO, ou seja, FURTO.
  • O indivíduo, ou empresa, não tem autorização do CREA e licença da ANATEL para a realização da distribuição do sinal Internet.
  • O indivíduo, ou empresa, na maioria das vezes, não tem uma empresa constituída. Quando tem, é qualquer outro ramo, menos Provimento às Redes de Telecomunicações (conhecemos casos até de quitandas provendo Internet via rádio).
  • O indivíduo, ou empresa, não tem qualquer experiência no ramo de informática ou provedores Internet ou redes TCP/IP, ou seja, você está literalmente na mão de um ignorante no ramo de provedores de acesso. Imagine algum problema mais grave com os equipamentos do provedor pirata, com certeza você ficará sem Internet por um bom tempo, até colocarem o sistema novamente no ar.
  • O indivíduo, ou empresa, não tem um serviço de atendimento ao cliente. Geralmente, passam o número de celular do próprio "dono do provedor", e quando atendem o telefone, sempre culpam os problemas da conexão no computador do cliente. O barato sai caro. Pela quantidade de vezes que o cliente tem que ligar para o "suporte" do provedor, a conta de telefone para as ligações do celular do “provedor” fica mais cara que o acesso de um provedor legal.
  • O indivíduo, ou empresa, não possui um site. 99% dos provedores ilegais usam e-mail de provedores gratuitos. Exemplos: algumacoisa@hotmail.com, fulado@gmail.com.br, ciclano@bol.com.br.

 

PROBLEMAS DE UMA CONEXÃO ILEGAL: 


QUALIDADE DA INTERNET

Quando o link do indivíduo, ou empresa, é ADSL (Speedy, Velox, NetSuper, Etc.), o maior problema está na taxa de UPLOAD (na subida do sinal). O que acontece é que no ADSL, a taxa de UPLOAD é sempre mais baixa que a taxa de DOWNLOAD (ex: 1 Mb de download e 128 Kb de upload). Quando a taxa de UPLOAD chega ao limite, o modem ADSL entra em estado de BUFFER, reduzindo drasticamente a taxa de DOWNLOAD, deixando assim o acesso à internet terrivelmente lento. 

PRÁTICA DE CRIME

Quando o indivíduo, ou empresa, distribui Internet sem autorização, seja da Anatel ou mesmo da companhia telefônica, ele está praticando crime por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. (Lei 9.472/1997) e o cliente, praticando crime baseado na mesma Lei, no artigo 183.
Art. 183. Desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação:
Pena - detenção de dois a quatro anos, aumentada da metade se houver dano a terceiro, e multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
Parágrafo único. Incorre na mesma pena quem, direta ou indiretamente, concorrer para o crime.
Art. 184. São efeitos da condenação penal transitada em julgado:
I - tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime;
II - a perda, em favor da Agência, ressalvado o direito do lesado ou de terceiros de boa-fé, dos bens empregados na atividade clandestina, sem prejuízo de sua apreensão cautelar.
Parágrafo único. Considera-se clandestina a atividade desenvolvida sem a competente concessão, permissão ou autorização de serviço, de uso de radiofreqüência e de exploração de satélite.

 

Por isso na hora de escolher seu provedor de internet, escolha a Micronet Telecom!



Autor: Micronet
Postado em: 23 de maio de 2017